Luciano diz que seu projeto não é o mesmo de Ricardo

Postado: 31-10-2012
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Os Lucianos: de ricardo, nada!

Wellington Farias
É notório que há um esforço do laboratório de marketing do Palácio da Redenção no sentido fixar a idéia (falsa, por sinal) de que, desde já, toda gestão exitosa na Prefeitura de João Pessoa não terá feito nada mais, nada menos, que continuado o projeto de governo iniciado no município pelo hoje governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB). Tudo de bom que o atual prefeito Luciano Agra tem feito, “foi Ricardo que começou”. Agora continua a cantilena: o que Cartaxo fizer de bom, terá sido a continuação do projeto de Ricardo.

Desde o momento da campanha eleitoral, em que ficou mais que evidente que a vitória de Luciano Cartaxo eram favas contadas, os porta-vozes palacianos começaram a atribuir o mérito da vitória petista “ao seu compromisso de levar adiante o projeto de Ricardo Coutinho”.

Em entrevista ontem no Correio Debate, programa radiofônico ancorado por Fabiano Gomes e Heron Cid, na Rádio CorreioSat 98.3, Luciano Cartaxo rechaçou por completo essa idéia: disse que a sua gestão terá personalidade própria e, portanto, nada terá a ver com o que Ricardo Coutinho fez na Prefeitura de João Pessoa. Foi além: a própria gestão do atual prefeito e seu aliado Luciano Agra, tem traços e méritos próprios…

 

 

Vené se enfraquece, mas não está politicamente morto…

Postado: 31-10-2012
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Veneziano Vital

Por Wellington Farias
A disputa de Campina Grande de fato não foi travada entre Romero Rodrigues e Tatiana Medeiros. Os dois são meros avatares de grupos políticos que há anos polarizam a disputa pela hegemonia política de Campina. Tatiana representou o Grupo Vital. Romero, o Grupo Cunha Lima.

No confronto de grupos, o Vital levou a pior dessa vez, depois de duas vitórias sucessivas sobre os Cunha Lima. Foi uma derrota amarga, esta de domingo último. A diferença de Romero Rodrigues sobre Tatiana superou todas as expectativas, tanto dos que estavam no cenário da disputa, como os que apenas observaram.

A preço de hoje, claro, Veneziano sofreu um baque considerável, sobretudo pela sua condição de virtual candidato do PMDB ao Governo do Estado em 2014. Perder uma prefeitura importante como a de Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral do Estado, não é nada bom para quem tem um projeto dessa envergadura.

O fato, porém, não significa que Veneziano Vital está politicamente morto para 2014. Muita água vai rolar sob a ponte nos próximos dois anos e a conjuntura política da época é quem vai determinar o tamanho político-eleitoral que o atual prefeito campinense terá no momento.

Cássio Cunha Lima (PSDB), a maior liderança política da Paraíba sofreu derrotas muito mais significativas em recentes eleições. Numa delas, perdeu ao longo de toda a espinha dorsal do Estado, onde estão os principais colégios eleitorais e cidades mais importantes.

Não demorou muito, porém, para Cássio ressuscitar das cinzas, inclusive de uma cassação de mandato de governador.

Tudo vai depender, no entanto, das águas que vão rolar sob a ponte…

 

 

Concerto de trompete de Rubén Simeó.

Postado: 31-10-2012
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Ruben Simeó

 

Maravilhoso concerto do jovem trompetista Rubén Simeó, um dos mais brilhantes jovens músicos da atualidade. Imperdível esta Fantasia:

Fantasía Fa.
Album: Trumpet Fantasy
Rubén Simeó, trompeta.
Alejo Amoedo, piano.
Auditorio R. Soutullo Ponteareas. Sept. ’12

 

 

 

 

Luciano Cartaxo: mais que prefeito

Postado: 30-10-2012
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Cartaxo, Lula
e Agra

Por Wellington Farias
Ao tomar posse em 1º de Janeiro do próximo ano, Luciano Cartaxo terá um tamanho muito maior do que um simples prefeito da Capital da Paraíba: se tornará a única referência de petista bem sucedido nas eleições deste ano nas capitais nordestinas. Não será, portanto, apenas um a mais do PT que se elegeu.

O PT nacional, assim como o Palácio do Planalto, agora sabe do fundamental papel que Luciano Cartaxo tem para o partido e para o projeto político petista para 2012, sobretudo para a reeleição da presidente Dilma.

Luciano Cartaxo, portanto, não é apenas um opositor do governador Ricardo Coutinho que se elegeu prefeito da Capital do Estado. Adquiriu, ontem, um tamanho político que o colocará entre as figuras mais expressivas da política paraibana, atualmente.
Mais que prefeito eleito de João Pessoa e único eleito do PT na região Nordeste, Luciano Cartaxo foi percentualmente o mais votado dentre todos os candidatos às prefeituras das capitais.
Na região Nordeste, a gestão de Cartaxo será uma espécie de espelho do modelo de gestão petista para o restante da região, como tem sido a gestão de Eduardo Campos, em Pernambuco, reflexo para o Nordeste do que é a gestão do PSB. Em tempo: a Paraíba, está evidente, não aprendeu, claro…

Luciano Cartaxo está com a faca e o queijo: tudo conspirou a seu favor. Tudo deu certo e na medida exata para que ele chegasse a um posto onde o PT jamais conseguiu. Pela circunstância especial em que se elegeu, merecerá atenção especial da cúpula nacional do partido, como também para o Palácio do Planalto, em razão do projeto de reeleição da presidente Dilma.

Luciano Cartado, no entanto, tem um grande desafio pela frente: não poderá errar. Alias, não poderá fazer uma gestão apenas razoável. Terpa de ser de boa pra ótima. Afinal, vai encontrar um projeto de gestão bem avaliado em andamento.

 

Pâmela Bório e Carminha, juntas em São Paulo. Veja foto

Postado: 29-10-2012
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Pâmela e Carminha

A primeira-Dama da Paraíba, jornalista Pâmela Bório, encontra-se em São Paulo com a atriz Adriana Estevez, a famosa “Carminha”. É peso

Foto histórica: aniversário de João Agripino Filho

Postado: 28-10-2012
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Aniversário de João Agripino

Aniversario do Governdor Joao Agripino em festa na sua residencia. Durvaldo Varandas Filho, Varandas Filho ao violão cantando com o Brigadeiro Firmino Ayres de Araujo (a época Secretário de Segurança Publica, vendo o casal João Agripino Neto e Doris, Roberhoe e Nalige Sá, Lurdinha Maia, Luiz Carlos e Terezinha Florentino, e o foclórico Mocidade. Do album O ontem que passou depressa!!!!

Imperdível: Gillespie e Arturo Sandoval tocam Night in Tunisia

Postado: 25-10-2012
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Maravilhoso concerto de trompetes de dois dos maiores geniais trompetistas do mundo. Imperdível!! Assista:

Genios!!

Quem são
Dizzy Gillespie
- John Birks Gillespie, conhecido como Dizzy Gillespie, (Cheraw, 21 de outubro de 1917 — Englewood, 6 de janeiro de 1993) foi um trompetista, líder de orquestra, cantor e compositor de jazz, sendo, a par de Charlie Parker, uma das maiores figuras no desenvolvimento do movimento bebop no jazz moderno.
Nascido na Carolina do Sul, Dizzy era um instrumentista virtuoso e um improvisador dotado. A juntar às suas capacidades instrumentais, os seus óculos, a sua forma de cantar e tocar (com as bochechas extremamente inchadas), o seu trompete recurvo e a sua personalidade alegre faziam dele uma pessoa especial, dando um aspecto humano àquilo que muitos, incluindo alguns dos seus criadores, classificavam como música assustadora.
Em relação à forma de tocar, Gillespie construiu a sua interpretação a partir do estilo “saxofónico” de Roy Eldridge indo depois muito além deste. As suas marcas pessoais eram o seu trompete (com a campânula inclinada 45º em vez de ser a direito) e as suas bochechas inchadas (tradicionalmente os trompetistas são ensinados a não fazer “bochechas”).
Para além do seu trabalho com Parker, Dizzy Gillespie conduziu pequenos agrupamentos e big bands e aparecia frequentemente como solista com a Norman Granz’s Jazz at the Philharmonic. No início da sua carreira tocou com Cab Calloway, que o despediu por tocar “música chinesa”, a lendária big band de Billy Eckstine deu a estas harmonias atípicas uma melhor cobertura.
Nos anos 1940, Gillespie liderou o movimento da música afro-cubana, trazendo elementos latinos e africanos para o jazz, e até para a música pop, em particular a salsa. Das suas numerosas composições destacam-se os clássicos do jazz “Manteca”, “A Night in Tunisia”, “Birk’s Works”, e “Con Alma”.
Dizzy Gillespie publicou a sua autobiografia em 1979, To Be or not to Bop (ISBN 0306802368), e seria vítima de um cancro no início de 1993, sendo sepultado no Flushing Cemetery em Queens, Nova Iorque.
Tem uma estrela com o seu nome na Calçada da Fama em Hollywood, número 7057 Hollywood Boulevard.

Arturo Sandoval (Artemisa, 6 de Novembro de 1949) é um virtuosíssimo trompetista e pianista de jazz cubano.
Sandoval começou a estudar o trompete aos 12 anos de idade. Mais tarde foi co-fundador do grupo Irakere e a partir de 1981 iniciou sua carreira solo. É conhecido também pela facilidade em executar notas superagudas, muita agilidade e ser rápido e criativo com o improviso no trompete.
Seu ídolo e amigo Dizzy Gillespie ajudou Arturo no seu asilo nos EUA, em 1990 e este é desde 1999 cidadão norte-americano.
No ano de 2000 foi lançado um filme sobre sua história de vida e ascensão no meio musical. O filme de nome “For Love or Country” foi produzido pela HBO, e teve como ator principal Andy Garcia.
Arturo Sandoval já recebeu 4 Grammys, 6 Billboard Awards e um Emmy Award.

Fonte: Wikipedia

Quem matou… o jornalismo?

Postado: 24-10-2012
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Jornalismo?
Que jornalismo?!

Por Bruna Andrade
Qual a razão de ser do jornalismo: a realidade ou a ficção? É essa a iminente pergunta que se faz ao perceber o espaço dado por Globo e Zero Hora a especulações relacionadas ao desfecho da novela Avenida Brasil. É a ficção pautando e ganhando considerável destaque em espaços que se dizem jornalísticos.

O modelo da cobertura que está sendo feita para o final da novela não é nenhuma novidade na grande imprensa brasileira. É o velho showrnalismo: cobertura a nível de entretenimento, com a opinião de “especialistas”, a fim de chamar a atenção e formar a opinião pública através do circo midiático. Foi isso que fez o Fantástico do último domingo (13/10) dar um espaço de quase 10 minutos à discussão sobre quem matou o personagem Max, de Avenida Brasil, e que Zero Hora repetiu em uma matéria de duas páginas no jornal de quinta-feira (18/10). Há ainda que se destacar que nessa edição de ZH nenhuma outra matéria foi contemplada com duas páginas.

Mas qual seria o valor notícia, a relevância jornalística da morte de um personagem ficcional? Ocorre que a grande mídia já naturalizou a quebra da fronteira entre jornalismo e entretenimento e agora vem se perdendo também na linha entre realidade e ficção. Porém, esse processo de inversões não vem acontecendo por acaso, ou pela simples perda de “qualidade” desses veículos. Isso acontece dentro de um modelo de jornalismo que trabalha pela alienação e despolitização. Exemplo disso é a reportagem no jornal ZH desta sexta-feira (19/10) sobre a moradora de rua que comprou uma televisão em prestações somente para assistir à novela. A reportagem em momento algum questiona a dominação consumista exercida pela programação da TV, nem a inversão de valores que há na história, e não questiona pelo fato de que a matéria vem para endossar e naturalizar práticas como essa que, assim como as empresas jornalísticas, funcionam dentro da lógica capitalista.

Jornalismo circense

Outro ponto relevante nessa cobertura é o do veículo se auto-pautando, ou seja, transformando o próprio veículo em notícia. É o que acontece quando o Fantástico, da Rede Globo, dedica quase 10 minutos, em um espaço de concessão pública, para tratar do final da novela Avenida Brasil, da mesma Rede Globo, e quando a Zero Hora, do Grupo RBS, filiado à Globo, dedica quatro páginas em dois dias ao mesmo tema.

E tudo isso é, infelizmente, apenas um exemplo entre tantos que diariamente se sucedem nos jornais, do tipo de jornalismo feito pela grande mídia: um jornalismo circense, pautado pelo mercado e que vem para promover a conservação através da alienação.

Transcrito do Observatório da Imprensa

A História do Automóvel: A Evolução da Mobilidade

Postado: 24-10-2012
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Coleção sobre
automóvel

A caixa “A História do Automóvel: A Evolução da Mobilidade” reúne os três volumes da coleção que narra a trajetória dos carros desde a pré-história.

“A História do Automóvel” (Volume 1) inicia esse caminho na pré-história e termina em 1908. O segundo volume segue até a década de 1950. O último conclui a trilogia em 2000.

A série traz informações sobre os primeiros modelos produzidos, tipos de motor, rodas, potência, cores, velocidade e tecnologia envolvida e desenvolvida a cada novo modelo, com imagens de todas as épocas.

Nos livros, escritos por José Luiz Vieira, especialista em automóveis, o leitor acompanha a evolução, o impacto da indústria de massa no desenvolvimento e lançamento das marcas, a conquista e aceitação do grande público, as tendências de design e segurança.

“A História do Automóvel” (Volume 1) inicia esse caminho na pré-história e termina em 1908. O segundo volume segue até a década de 1950. O último conclui a trilogia em 2000.

A série traz informações sobre os primeiros modelos produzidos, tipos de motor, rodas, potência, cores, velocidade e tecnologia envolvida e desenvolvida a cada novo modelo, com imagens de todas as épocas.

Nos livros, escritos por José Luiz Vieira, especialista em automóveis, o leitor acompanha a evolução, o impacto da indústria de massa no desenvolvimento e lançamento das marcas, a conquista e aceitação do grande público, as tendências de design e segurança.

Título: Box: A História do Automóvel (3 Vols.)
Subtítulo: A Evolução da Mobilidade
Autor: José Luiz Vieira
Editora: Editora Alaúde
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Especificações: Capa dura | 1320 páginas
Ficha Técnica
ISBN: 978-85-7881-034-4
Peso: 6603g
Dimensões: 250mm x 180mm

Transcrito do site da Livraria Folha

Cícero fez a melhor proposta de gestão: analfabetismo zero

Postado: 24-10-2012
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Cícero,
a melhor proposta

Não sei até que ponto é um projeto de gestão, mas a melhor proposta apresentada durante toda a campanha, até agora, partiu do senador Cícero Lucena (PSDB), que concorre à Prefeitura de João Pessoa com o petista Luciano Cartaxo: analfabetismo zero.

A dúvida quanto a ser esta proposta um projeto sério de gestão é que ela foi plantada numa respostas de Cícero aos jornalistas durante o debate com os candidatos, nesta terça-feira, no programa Correio Debate, da Rádio 98.3, mas sem muita convicção. Saiu na hora, de sopetão, quase como último recurso para arremate da resposta.

Esta, sim, deveria ter sido a grande mola-mestra do projeto de gestão que Cícero Lucena, e não aquela mirabolante de tablet.

Educação é a solução de todos os problemas. A proposta de Cícero, se levada a sério, dará muito mais resultado do que qualquer obra em pedra em cal, independente de tamanho e valor investido.

Com educação se tem menos violência, mais higiene e, portanto, menos saúde; cidades mais limpas etc etc etc.