Gestão de Rômulo Polari na UFPB: um caso de polícia!

Postado: 28-02-2013
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romulo polari

Reitorado de Rômulo Polari vira caso de polícia

Por Wellington Farias – A gestão do ex-reitor da Universidade Federal da Paraíba e hoje (pasmem!) secretário de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa, Rômulo Polari, é um caso de polícia.  E está mais que explicado, agora, porque os “polaristas” fizeram o que fizeram para evitar que Margareth Diniz vencesse a eleição para reitor da instituição e, sobretudo, fosse empossada.

A herança que ele deixou na instituição para a atual reitora, Margareth Diniz, é pra la de maldita. A julgar pelo relatório lido e distribuído pela reitora com o Conselho Universitário, na manhã desta quarta-feira (28), a UFPB virou numa zorra total. Tem irregularidades para todos os gostos, inclusive farras de diárias e compras de passagens sem licitações. A universidade perdeu milhões de reais, que foram devolvidos aos cofres do Governo federal por vacilo do reitorado anterior. Tudo está sendo apurado por órgãos fiscalizadores e pela Polícia Federal.

Durante os primeiros cem dias de gestão, a reitora Margareth gastou todo o tempo se inteirando da situação, porque não houve transição. Durante esse tempo, esteve em contatos permanentes com TCU, CGU e Polícia Federal, por causa dos desmandos da gestão anterior. O relatório que segue abaixo é apenas a ponta de um novelo de irregularidades. Segue na íntegra:

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

GABINETE DA REITORA

AO CONSUNI,

PROBLEMAS DE GESTÃO ENFRENTADOS PELO ATUAL REITORADO

João Pessoa(PB), 28 de Fevereiro de 2013

I.PROPLAN

A atual gestão encontrou a PROPLAN parcialmente desestruturada: sem memória digital e com o setor de Planejamento completamente desmontado. Foi constatada a saída em bloco dos servidores da CODEPLAN, nos últimos momentos da gestão anterior. Os servidores foram relotados.

Registra-se que no segundo dia de atuação da nova gestão da PROPLAN, foram recebidos em mãos, do  Pró-Reitor anterior, em formato  eletrônico – dois CDs , os dados referentes aos PDIs 2005-2008 e 2009-2012, além dos Relatórios de Gestão 2009, 2010 e 2011.

Não está armazenada na CODECON a totalidade dos convênios celebrados pela UFPB, em suas diferentes formas, e inexiste instrumento de acompanhamento e controle dos mesmos.

Na CODEOR não houve problemas de transição ou de continuidade.  Porém, a ausência de uma interação estrutural entre as coordenações da PROPLAN, provoca dificuldades para apropriação e posterior disseminação à comunidade universitária, das informações referentes ao orçamento institucional. E a desconexão com o NTI gera dificuldades para a produção dos indicadores.

Registro preocupante é que as senhas de acesso às informações do MEC da gestão anterior não foram canceladas e não foram repassadas para o atual Pró-Reitor.

Outro registro grave é que os dados do PingIFES do MEC atestam que a UFPB é a 1ª quanto a número de ingressantes nos cursos de graduação, porém está em 5º lugar em números de concluintes.

 

II.PRA

A administração anterior não deixou um  relatório de atividades;

Desorganização documental, dificultando andamento de questões importantes;

‐ Misturados, documentos recebidos e expedidos;

‐ listas paralelas de numeração de documentos;

‐ ausência de cópias de documentos expedidos;

Falta de racionalização do fluxo de documentos;

Documentos não são protocolados no setor de Protocolo Geral, tramitando sem possibilidade de localização pelo sistema interno da UFPB;

Processos sem a devida instrução; Processos não localizados.

Um dos problemas mais grave encontrado foi a situação dos convênios. Não houve prestação de contas de 59 convênios (24 da FJA e 35 da FUNAPE) com prazos de vigência encerrados. (86,76% de um total de 68 contratos);

Valor de multa aplicada em 2008 pelo IBAMA, não quitada dentro do prazo determinado, sofreu elevação significativa (dobrou) de valor, e não foi paga, o que motivou a inclusão da UFPB no CADIN.

Multas referentes a taxas de 2 (dois) imóveis da UFPB que impediam o recebimento da Certidão Negativa emitida pela PMJP:

Ausência de licitação para concessão de passagens, o que levou a providenciar contrato emergencial, enquanto se procede a licitação;

Ausência de licitações de itens de gêneros alimentícios para o RU e para combustíveis, cuja vigência se encerrou em 28/11/2012;

O responsável pela manutenção do sistema de informática da PRA não recebe remuneração desde maio/2012, tendo em vista a não regularização de processo licitatório;

Número de servidores insuficientes para desenvolver as atividades básicas da PRA. Inexiste desde o servente pra distribuir documentos, até pessoal com conhecimento jurídico para atuar na CPL e gestão de contratos.

Devoluções superiores a R$500.000,00 (quinhentos mil reais), referentes a recursos de convênios cujas prestações de conta não foram aceitas pela Fundação Nacional de Saúde e FNDE.  Há outros 5 (cinco) contratos em vigência com a FJA, inclusive o de Nº 041/2010 que trata da construção do IDEP, cujas vigências encerrarão em 31/12/2012 [informação incompleta]

Não eram realizadas licitações para serviços de telefonia fixa nem  móvel;

Um único caminhão é partilhado pela Prefeitura Universitária, pelo Almoxarifado Central e pela Divisão de Patrimônio para transporte de materiais, excedendo a capacidade de agendamento e gerando atrasos nas entregas aos setores;

Faltaram investimentos em relação à estrutura física, principalmente no Almoxarifado Central, Divisão de Patrimônio, Divisão de Administração, Divisão de Material e Comissão Permanente de Licitação, bem como os referentes à aquisição de equipamentos e veículos;

Inexistência de planejamento para aquisição de bens e serviços de uso contínuo, i.e., cronograma de abastecimento;

A não aplicação de penalidades aos fornecedores inadimplentes foi observada como regra, além de ocasionar perdas a Universidade de consideráveis quantias que lhe foram alocadas e que retornam aos cofres da União por não terem sido efetivadas as entregas;

Ausência de sistematização no acompanhamento de empenhos emitidos, provocando dificuldades na hora da cobrança e penalização;

Ausência de mecanismos de controle, por exemplo, sistema informatizado, quanto à vigência dos contratos, havendo perda de prazos para renovações ou formulações de novos contratos.

Registre-se a presença sempre que solicitada do ex- Pró-Reitor e a sua disponibilidade em atender as solicitações do atual reitorado.

 

III. PROGEP

Boa infraestrutura e pessoas qualificadas. Contudo observou-se ambiente permeado pelo desestímulo e pela inércia.

Como consequência desse estado de desmotivação e paralisia, dado o volume e natureza contínua de demandas que são remetidas à PROGEP, houve um acúmulo incomum de processos, cujo trabalho de análise e ações de encaminhamento para resolução, exigindo esforço e jornada de trabalho redobrada.

Foram identificados mais de 260 processos de estágio probatório sem andamento.

Foram identificadas que ações de pagamentos de pessoal não seguiam exatamente a tramitação exigida.

IV. PRG

Os problemas encontrados e que comprometem a qualidade dos setores que operacionalizam a administração da graduação institucional foram:

1. Falta de equipamentos – quebrados, desatualizados, funcionando precariamente ou obsoletos, e insuficientes;

2. Carência de recursos humanos para atender demandas qualificadoras;

3. Orçamento não identificado e não discriminado;

4. Matrículas – o programa SIG-A não foi implantado e o sistema não corresponde às necessidades atuais;

5. Distribuição de salas – número ampliado de salas construídas, mas que não resolveu a demanda dos cursos que continuam solicitando a Central de Aulas;

6. Problemas na distribuição de vagas para professores que não contemplou novos cursos ou disciplinas, tais como LIBRAS;

7. Projetos pedagógicos da PRG não dialogam entre si, funcionam em separado sem que haja um plano diretor;

8. Unidade de Educação a Distância (UEAD) – Universidade Virtual – dissociada da universidade presencial;

9. Devolução de recursos da UEAD, cerca de 1 milhão de reais.

10. COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO E MONITORIA – CEM: o principal problema encontrado foi na  Monitoria que apresentou número significativo de bolsas remanescentes; o setor de estágios não está estruturado para responder as demandas da instituição;

11.  COORDENAÇÃO DE ESCOLARIDADE – CODESC (Cadastro Escolar): um grande número de alunos sem autorização para matrícula, devido à  pouca oferta de disciplinas por departamentos e, consequentemente, à não oferta de turmas; códigos de disciplinas repetidos; bloqueio da matrícula dos alunos que excederam o número de semestres a que tinham direito para concluir o curso, devido ao sistema previsto no Programa de Controle Acadêmico – SIG-A; alunos retidos, devido a pré-requisitos em cursos;

12. COORDENADORIA PERMANENTE DE MELHORIA DO ENSINO – CPME: cursos criados sem consolidação, sem reconhecimento, sem instalação de sistema de avaliação; sem atuação do Pesquisador Institucional; sem avaliar os efeitos da realização do projeto REUNI;

13. COORDENADORIA DE CURRÍCULOS E PROGRAMAS – CCP: número insuficiente de funcionários, uma demanda elevada de processos relativos à quebra de pré-requisitos, prorrogação de prazos, além do necessário e permanente  acompanhamento aos cursos de graduação;

14. COORDENAÇÃO DA UNIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – EAD: a não institucionalização do setor e a sua desvinculação ao organograma da graduação, pós-graduação e gestão de recursos da UFPB.

V.PRPG

O problema de gestão de qualidade da pós graduação e da pesquisa encontra sua causa fundamental na recorrência de problemas de inadimplência que, pontualmente no início da atual gestão, consistiram  na inscrição no CADIN, SIAFI, e na prestação de contas junto aos órgãos financiadores. De acordo com as informações da FINEP, há um quantitativo de 40 convênios da FINEP “em aberto” no SIAFI. Há uma perspectiva de perda de 22 milhões de reais oriundos da FINEP. Possibilidade de perda das Bolsas REUNI não distribuídas.

VI. PRAC

Apesar da boa estrutura física que acomoda a Pró-Reitoria, os projetos executados pela PRAC não guardam uma estruturação permanente e contínua e registra-se que existem projetos que não foram executados. Inexiste um plano de ação em conformidade e sentido quanto à natureza da extensão universitária. Não existe iniciativa planejada de sistematização ou de inovação para as ações de extensão. Percebe-se a pulverização das ações que uma vez esgotadas, esvaziam a presença da UFPB em áreas que carecem de constância de atuação. O prédio do NAC (Núcleo de Arte Contemporânea)e NTU (Núcleo de Teatro Universitário) encontram-se em situação precária, necessitando de uma recuperação urgente e com suas atividades paralisadas ou comprometidas.

Registre-se que a Pró Reitora entregou relatório, apresentou os setores e colocou-se a disposição do atual Pró-Reitor. O problema maior foi gerado na COAPE que foi encontrada completamente sem memória administrativa, diferentemente da COEX.

 

VII. PRAPE

Não recebimento de relatório da gestão anterior, que pudesse nortear ou apresentar a real situação da Pró-Reitoria, criada desde 2010.

Estrutura extremamente precária. Apenas um servidor com responsabilidade e acúmulo de funções e 06 estagiários exercendo atividades diversas, sem planejamento de acompanhamento.

Ausência de sistema de comunicação e decisões conjuntas entre a Pró-Reitoria, Coordenação da COAPE e Superintendência do Restaurante Universitário.

Ausência de mecanismo de interface entre o Pró-Reitoria e demais servidores da COAPE.

Inexistência de agenda de visitas do Pró-Reitor as residências universitárias e restaurantes em toda a instituição.

Ausência de banco de dados sobre assistência estudantil em nossa instituição.

 

Quanto as RESIDÊNCIAS UNIVERSITÁRIAS

 

CAMPUS I – Prédio com novos apartamentos em situação inacabada;

Acúmulo de lixo nas áreas circundantes e internas da residência;

Caixas de esgoto danificadas;

Ausência de urbanização externa;

Pintura da fachada danificada;

Necessidade de reparos em alvenaria internamente;

Rede de internet afuncional.

RUFET, com problemas de esgoto, pintura, distribuição e acesso a internet, ausência de obras de urbanização e de ações de segurança.

 

CAMPUS II – Problemas com a estrutura precária do restaurante universitário, problemas com acesso a água, residências universitárias necessitando de novas mobílias, equipamentos e reforma emergenciais.

 

CAMPUS III – Problemas com a estrutura precária do restaurante universitário antigo, novo restaurante não inaugurado há mais de 03 anos, problemas com acesso a água, residências universitárias necessitando de novas mobílias, equipamentos e reforma emergenciais.

 

CAMPUS IV – Assistência estudantil caótica:

Restaurantes construídos sem planejamento, sendo o da unidade Mamamanguape sem qualquer condição de funcionamento, ambos com obras há mais de 02 anos e inacabados;

Residências universitárias sem quaisquer condições de moradia; sem estrutura, equipamentos e planejamento, nunca utilizados.

 

Problemas com a distribuição de água potável para beber e para serviços.

 

Precarização das condições de operacionalização dos RUs

 

VIII. REUNI

Do ponto de vista financeiro, o registro é que em dezembro de 2012 não havia mais recursos do Reuni.

As bolsas do Reuni deveriam ser renovadas, mas não seriam concedidas novas bolsas.

A contratação de pessoal (vagas Reuni) deveria ser efetivada pela PROGEP ainda em 2013.

Das 16 obras visitadas, uma está concluída e duas estão paralisadas. Em João Pessoa: construção do Bloco ‘D’ do Centro de Educação; Auditório Demus (concluído); Laboratório de Enfermagem e Clínica de Nutrição; Bloco do Departamento de Biologia Molecular; Biblioteca Setorial do CCHLA; Ambiente dos Professores do CCHLA. Em Santa Rita: Auditório do CCJ; Ambiente dos Professores; Bloco de Salas de Aula. Em Mamanguape: Hotel Escola; Bloco de Salas de Aula 03-02; Rede de Coleta de Esgotos (paralisada). Rio Tinto: Bloco de Pós-Graduação de Ecologia e Antropologia; Centro Administrativo; Bloco de Garagens (paralisada).

A ex-Coordenadora forneceu informações sobre o funcionamento do Reuni no que diz respeito ao acompanhamento das obras através do SIMEC – Sistema Integrado de Acompanhamento do MEC.

Engenheiro, da Prefeitura Universitária, atualizou os dados do SIMEC.

O REUNI depois dessas primeiras constatações começou a tomar conhecimento de problemas que desafiam um cuidadoso e criterioso trabalho de desvendamento de informações que deverão ser processadas com rigor pelas repercussões físico-financeiras que poderão gerar.

Já está constatada a existência de mais de uma dezena de obras dadas como concluídas no SIMEC e que a verificação in loco confirmam que ou estão inacabadas ou em andamento.

A coordenação do REUNI se reserva a prerrogativa de verificação para divulgação definitiva da listagem.

As vagas de docentes-REUNI foram em parte distribuídas de forma equivocada.

IX. SODS

Desorganização no que se refere à composição dos membros do CONSUNI e do CONSEPE. Desinformações quanto a mandatos, processo de escolha, e uma  quantidade espantosa de conselheiros pró-tempore (16 no CONSEPE e 08 no CONSUNI) .

Surpreendente foi também a quantidade de processos encontrados na Secretaria. A quase totalidade no CONSEPE. O número de processos acumulados de reuniões anteriores foi de 78. Na primeira reunião do atual Reitorado, 50 estavam na pauta. Os demais, 28, todos pedindo reingresso, alguns com mais de 01 ano de protocolado. Processos injustificadamente sobrestados.

X. AAI

Instalações em estado de abandono, e do ex-Coordenador nada foi recebido que permitisse a compreensão e ciência sobre as atividades desenvolvidas e sobre as demandas existentes. Os arquivos e a memória não foram localizados ocasionando uma dificuldade inicial de operacionalização dos convênios.

O acesso às instalações da AAI somente foi possível com a utilização das chaves deixadas com a funcionária encarregada da limpeza, uma vez que inexistiam  funcionários e os estagiários haviam sido dispensados.

A instalação dos trabalhos atuais está sendo desenvolvido com a recomposição da equipe a partir da mobilização de dois ex-funcionários do setor.

 

XI. NTI

A REDE UFPB -  Backbone –“espinha dorsal” da rede de comunicação de dados da Universidade, interligando o NTI com diversos pontos de concentração dentro do Campus I Embora ainda funcional, esse backbone foi concebido há mais de dez anos e se encontra obsoleto em (a) sua topologia, (b) no tipo de fibra utilizada (monomodo) que limita o tráfego a 1 gigabyte (GB) e, consequentemente,  (c) nos ativos de rede utilizados (roteadores e swtiches).

A inexistência de Redes sem fio (Wi-fi ou wireless) – Não  dispõe de  equipamentos de uso profissional, adequadamente configurada e controlada pelo NTI,

A inexistência de site backup: A instituição ainda não dispõe de instalação plenamente redundante, na forma de um datacenter backup.

Na área de  Recursos Humanos  os problemas se iniciam pela inexistência de uma estrutura organizacional que aloque cada um dos técnicos em divisões ou gerências devidamente gratificadas e com suas atividades claramente estabelecidas.

Falando do Sistema de apoio a Gestão – A UFPB firmou, em outubro de 2010, um Termo de Cooperação com a UFRN, visando à implantação do Sistema Integrado de Gestão, desenvolvido por aquela universidade, nas áreas de recursos humanos (SIGARH), apoio às atividades  acadêmicas (SIGAA) e na área administrativa (SIPAC).  Através deste acordo, a UFPB se comprometeu a transferir para a UFRN um total de R$ 900.000,00 (novecentos mil reais), divididos em três parcelas de 300.000,00 (trezentos mil reais): a primeira ainda em 2010, a segunda em 2011 e a terceira e última em março de 2012. As duas primeiras parcelas foram pagas. A terceira até o início desse Reitorado não havia sido paga.

O estado atual da implantação para cada um dos sistemas adquiridos:

  • SIPAC (área administrativa): apenas o módulo de contratos foi implantado, mas não está efetivamente em uso;
  • SIGARH (Recursos Humanos): dos 18 módulos que compõem o sistema, apenas cinco foram implantados e há necessidade de atualização da versão mais nova, liberada pela UFRN, para que se dê prosseguimento à implantação;
  • SIGAA (Atividades Acadêmicas): o módulo de pós-graduação strictu sensu foi implantado e está em uso pela PRPG e programas de pós-graduação na universidade. Há demandas da PRPG visando melhorias no sistema. O módulo de biblioteca foi implantado experimentalmente nas bibliotecas do CCS e CTDR para que, uma vez validados, possa sem implantado na Biblioteca Central. Os demais módulos, a exemplo de vestibular, graduação e ensino médio, encontram-se em processo de espera por definições estratégicas de implantação.

 

O prédio do NTI foi encontrado em reforma. Os técnicos atuam confinados em metade da área antes disponível.

 

XII. EDITORA

Total ausência de uma política organizacional;

Inexistência de formalização de liderança;

A cultura organizacional apresentou-se conflitante, um exemplo foi o espaço físico da editora cedido sem maiores negociações para outros setores;

Falta de sistematização na organização interna e nos procedimentos de execução dos trabalhos;

Servidores desmotivados pela falta de condições de trabalho;

Ambiente expostos a ruídos e maus tratos na edificação, ambiente sem climatização,

Salas apertadas e servidores sem espaço físico adequado ao desenvolvimentos dos trabalhos, espaço dispare se comparado ao utilizado por outros setores que ocupam o espaço físico da editora, a exemplo da TV Universitária;

Ausência de capacitação e atualização no uso de equipamentos e técnicas de impressão, ou mesmo em tecnologias editoriais;

Inexistência de setores por atribuição, a exemplo de contabilidade, produção,

comercialização, secretaria, entre outros;

Existência de três computadores, cedidos pela TV universitária.

Em relação às Finanças a editora não tem tesouraria nem contabilidade, o diretor era o gestor das contas. A Livraria tem uma conta em banco (não foi informado em qual) que foi criada para gerenciar os cartões de crédito e estes se encontram sob a responsabilidade da FUNAPE.

Não se encontrou dinheiro em caixa para pequenas despesas e não se tem conhecimento do que foi feito com o saldo de vendas da Livraria Casa do Livro.

O setor de empenho informou os restos a pagar processados e não processados de 2009 a 2011, e informou como ainda indisponível os dados referentes a 2012.

Existência de cerca de 700 livros editados com ISBN inativos.

XIII. PREFEITURA Universitária –Divisão de Serviços Gerais

Principais problemas encontrados:

1. Empresa (Prestadora de Serviços de Limpeza no Campus I) Vigência do Contrato: 2009 à 23/03/2013

No exercício de 2012 meses de janeiro até a presente data, a Empresa acima descumpriu por completo o contrato de prestação de serviços, no tocante aos itens de sua responsabilidade tais como entrega de fardamentos, botas, equipamentos e utensílios, materiais esses indispensáveis a uma boa realização nas tarefas diárias do Campus I João Pessoa, e sem que houvesse por parte da Coordenação da DSG à época, nenhuma providência na cobrança dos referidos equipamentos e também na notificação da referida Empresa.

A não cobrança desses equipamentos acarretou sérios prejuízos aos cofres da PU tendo em vista ter que suprir os referidos materiais vez que era de responsabilidade da Contratada.

Atrasos nos pagamentos de até 03 meses de alguns colaboradores, causando sérios prejuízos nas atividades diárias desenvolvidas pelos prestadores de serviços nos Centros e Setores Administrativos do Campus I.

2. Empresa (Serviço de Limpeza no Campus I Mamanguape e Rio Tinto)

Vigência do Contrato: 01.06.2010 à 30/05/2013

No exercício de 2012, meses de janeiro até a presente data, a Empresa acima descumpriu por completo o contrato de prestação de serviços, no tocante aos itens de sua responsabilidade tais como entrega de fardamentos, botas, equipamentos e utensílios, materiais esses indispensáveis a uma boa realização nas tarefas diárias do Campus IV Mamanguape e Rio Tinto. A Empresa foi notificada no mês de Outubro/2012 no Sistema sendo a mesma penalizada a não participar de nenhum certame por um período de 05 anos.

Atraso de pagamentos, cestas básicas e vales-transportes a todos os seus colaboradores de até três meses, causando sérios prejuízos a Direção do Centro, tendo em vista influenciar sobremaneira nas atividades diárias desses prestadores de serviços no Campus IV.

 

Problemas encontrados na Garagem Central

Garagem completamente abandonada com lixos, entulhos e veículos inservíveis ocupando o lugar dos novos;

Foi observada ainda falta de ferramentas adequadas para uso rotineiro dos mecânicos;

Ausência de Engenheiro Mecânico responsável para diagnosticar e acompanhar os orçamentos e serviços realizados na oficina prestadora de serviços a UFPB;

Ausência de controle da guarda dos veículos no final do expediente e finais de semana;

Furto rotineiro de equipamentos dos veículos oficiais nas dependências da garagem;

Ausência de controle rígido nos abastecimentos da frota dos veículos da UFPB.

XIV .Principais Problemas Diversos Detectados:

CPPRAD – Apenas com um presidente e uma funcionária, com 53 processos paralisados, os mais antigos datando de 2006. Registrou-se junto a Corregedoria do TCU nenhuma movimentação em 2012. Infraestrutura deficiente.

CPACE – Comissão também incompleta. O presidente se reportou a mais de 460 processos sobre acumulação de cargos, requisitados pelo Ministério do Planejamento que estão carecendo de andamento. Estrutura física e de equipamentos extremamente precária.

CPPD – Comissão incompleta, necessitando ser ampliada, e requerendo móveis e equipamentos.

Boletim de Serviço – Sem publicação desde agosto de 2012, sem circulação quando das edições especiais, inadequado à lei da transparência.

TCU/CGU/MPF/PF e outros – O volume de problemas relacionados a processos e solicitações dessas instâncias de Justiça e controle tem sobrecarregado e exigido uma mobilização de esforços incomuns pelo atual Reitorado, referentes a questões não solucionadas no passado. O escândalo já tornado público e que atinge a Fundação José Américo tem exposto ainda mais a nossa UFPB e certamente terá mais problemas, nesses órgãos, daqui para frente.

 

Campus II, III, IV

Irregularidade quanto aos  terrenos, invasões,  problema de abastecimento de água.

Senhores Conselheiros,

Não é para satisfação desse Reitorado que procedemos essa exposição. Estamos entristecidos. Não era essa a instituição que gostaríamos de apresentar como aquela que encontramos.

Mas cumprimos a nossa obrigação diante desse Conselho.

A dificuldade agora é de como equacionar tanta desordem, tantos desacertos, e por que não dizer como qualificar o que nem funciona adequadamente?

O desafio é imenso.

A UFPB de todos nós, espera.

Espera que possamos juntos, com apoio de todos, defendê-la como a instituição que pertence a sociedade que paga e espera a sua excelência.

Espera que possamos dar conta de responder com dignidade e honradez a desmandos que a situação sugere.

Espera que com a soma de nossas forças sustentemos o rumo da decência para que a qualidade possa ser instalada e alcançada.

O agigantamento dos mecanismos de fiscalização, controle e punição que tem se refinado nos órgãos competentes não foi acompanhado pela estrutura administrativa da UFPB. Estamos expostos e despreparados para conviver e responder adequadamente e com precisão a uma multiplicidade de exigências cobradas. Ainda mais quando tantos problemas estão gerados. E essas –as exigências legais – tanto se aplicam a qualquer órgão público como a uma Academia.

Precisamos nos preparar. Precisamos ser órgão público enquadrado nas exigências externas e ser uma Academia de qualidade.

Conclamo a todos para darmos conta desse momento, para fazermos uma melhor história para a UFPB.

Esse Reitorado já está mobilizado e atento às ações exigidas pelo quadro que apresentamos. Queremos contar, no final, uma melhor história.

Muito obrigada a todos e todas.

Cássio: ‘Resta saber se Ricardo quer continuar com a aliança’

Postado: 28-02-2013
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cassio e ricardo

Vinte e quatro horas após este animado encontro, Cássio mandou recador duros ao governador Ricardo

Por Wellington Farias – O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) não é mais o mesmo, com relação aos compromissos políticos que tem com o governador Ricardo Coutinho (PSB), para cuja vitória eleitoral (2010) foi decisivo. Na entrevista que concedeu nesta terça-feira (27) ao programa Correio Debate, da Rádio 98.3 (CorreioSat), o tucano deu um novo tom ao seu discurso sobre sua aliança com o governo. A certa altura, Cunha Lima sapecou uma declaração impactante: “Resta saber se o governador Ricardo Coutinho ainda quer manter a aliança”.

A frase de Cássio tem impacto pelo fato de, até então, sempre haver tido que tinha um compromisso inarredável com Ricardo Coutinho, de apoiar a sua reeleição em 2014. Até ali, Cássio rechaçara toda a qualquer possibilidade de um rompimento político com o governador, sobretudo de concorrer ao Palácio da Redenção nas próximas eleições e sempre fora enfático em manifestar o desejo aparentemente incondicional de apoiar a reeleição do governador.

Agora, não, o tom é outro. Ao dizer que resta saber se o governador ainda quer a aliança, Cunha Lima evidencia uma desconfiança das atitudes de Sua Excelência, ou que os procedimentos políticos de Ricardo dificultam a continuação da aliança. Embora não tenha mencionado exatamente quais.

Cássio não estava nada satisfeito com alguma coisa que Ricardo Coutinho anda fazendo. Sem ser provocado a respeito, ele mesmo se encarregou de comentar a possível ida do ex-senador Wilson Santiago (ainda do PMDB) para a base aliada do governador Coutinho. Deixou claro: desde que ele não tente ocupar os espaços do PSDB, tudo bem… Foi um recado curto, grosso e claro. Deu entender, a certa altura, que Santiago tem que entrar na fila, porque os tucanos estão na parada a muito mais tempo…

Provocado por este repórter, Cássio Cunha Lima se referiu à festejada (e suspeita) avalanche de adesões de prefeitos ao projeto político de Ricardo Coutinho. Eu havia perguntado se não estaria o governador minando as suas bases (de Cássio) a partir do ataque direito com aos prefeitos, com quem está amarrando compromissos políticos. O senador disse que essa matemática não funciona assim. E lembrou que o seu pai, o falecido governador Ronaldo Cunha Lima, não tinha praticamente prefeito nenhum ao seu lado e elegeu-se governador do Estado com toda a tranquilidade. A propósito, Cássio não disse, mas é bom lembrar que a Paraíba assistiu a este filme, faz pouco tempo: o então candidato a governador José Maranhão (PMDB), em 2010 tinha um trilhão de prefeitos adesistas ao seu ledo e perdeu a eleição para o próprio Ricardo Coutinho. Sem galar que parte dessas adesões não passava de mentirosa. Uma mentira reforçada pela imprensa paga pra mentir a favor dos governos.

Pois bem. Cassio Cunha Lima deixou mais que claro o seu entendimento: essa história de adesão de prefeitos não significa muito para eleger ou reeleger um governante, porque quem vota é o povo.

E mais claro ainda ficou que Cássio continua com Ricardo, mas não se sabe até quando…

 

Jornalismo contemporâneo em conflito

Postado: 27-02-2013
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jornalismo

Jornalismo em conflito

Por Carlos Castilho - O jornalismo contemporâneo está no meio de um grande conflito: entre os que têm medo de mudar e os que apostam tudo na mudança. Até aí nada de novo. A questão é qual o limite do medo e qual o risco embutido na aposta? A tendência dos profissionais mais experientes é preferir alternativas seguras e conhecidas, enquanto os mais jovens sentem-se mais atraídos pela exploração dos limites de cada alternativa de mudança.

Quem viu o filme chileno No teve a oportunidade de ver como essas duas atitudes ganharam um significado especial por conta de um contexto especial (ver “As lições do filme ‘No’”). O desfecho da campanha publicitária da opção “No” (“Não” à ditadura Pinochet) mostrou, a posteriori, a racionalidade de uma aposta que nada tinha de racional no momento em que foi feita – antes do início da propaganda eleitoral na TV chilena, em setembro de 1988.

O que em última análise determinou o sucesso da campanha foi a empatia entre a proposta da alegria e o cansaço da população com a mesmice dos 16 anos de autoritarismo conservador. Esta ligação afetiva e emocional entre uma estratégia publicitária e o estado de espírito da população foi totalmente imprevisível, principalmente porque as pesquisas de opinião da época eram pouco precisas e, além do mais, ninguém fazia sondagens de opinião pública sem o consentimento explícito ou velado dos militares.

Voltando agora ao primeiro parágrafo deste texto, veremos que o jornalismo está em busca não apenas de soluções técnicas para a profissão e para o futuro das empresas jornalísticas, mas principalmente de uma nova relação com o público. Nota-se um desânimo entre os profissionais provocado pela incerteza em torno do modelo de negócios da imprensa e pelo ceticismo em relação a tudo e a todos, causado pela crise de valores na sociedade.

Os que ingressam no gigantesco mercado da informação criado pela internet estão contagiados por um messianismo tecnológico que os leva a acreditar que o nirvana jornalístico está embutido em cada novo gadget colocado à venda. O alto índice de insucessos nas iniciativas digitais, no entanto, pode igualmente terminar numa nova onda de ceticismo e descrença.

Por seu lado, o público perde gradualmente o interesse pelo noticiário corrente e só sai desta letargia quando ocorre alguma grande tragédia ou evento mundial. É que as notícias políticas, econômicas, policiais e inclusive as esportivas passaram a ser condicionadas pelo marketing dos protagonistas. Os entrevistados, em vez de informação, procuram vender uma imagem pessoal positiva, sem serem questionados pelos repórteres. O público – consciente ou inconscientemente – começa a se dar conta deste engodo, o que leva ao desinteresse progressivo porque as pessoas gradualmente constatam que recebem uma informação com muitos vieses e sentem-se incapazes de fazer uma triagem.

Olhando assim, a solução não está em fórmulas financeiras e nem em novos artefatos tecnológicos. Talvez no fator humano, mas o que sabemos sobre o estado de espírito do usuário da internet é quase tão confuso e vago quanto o olfato eleitoral dos responsáveis pela campanha do “No”, 25 anos atrás.

A diferença é que os dados sobre opinião pública disponíveis há um quarto de século pelos líderes da campanha anti-Pinochet eram insuficientes para uma interpretação minimamente confiável do estado emocional dos chilenos. Nós vivemos hoje uma situação no outro extremo, no meio de uma avalancha de dados, fatos e informações que nos confundem mais que orientam. Em suma, por razões opostas, estamos diante do mesmo dilema.

Um desafio que, em minha opinião, não será resolvido nem pelo lado financeiro e nem pelo lado tecnológico. A questão está na chamada interface humana. O público visto não como consumidor pagante ou como cobaia de novidades eletrônicas, mas como parceiro em pé de igualdade. A fórmula não será descoberta em laboratório, mas na rua. Não será uma única fórmula, mas várias, muitas, cada uma delas integrada na sua realidade ou contexto específico. Elas não serão descobertas apenas pelos jornalistas e nem só pelo público. Mas da interatividade entre ambos.

O sucesso da campanha do “No” só aconteceu quando a emoção dos chilenos, e não a lógica política, os levou a ver o plebiscito como um desabafo, catarse ou festa. A busca de um novo modelo de jornalismo também está condicionada por fatores pouco ortodoxos em matéria de estratégias corporativas. O grande dilema é a redescoberta do leitor, do ouvinte, do telespectador e até mesmo do internauta. Um processo no qual as estatísticas e tecnicalidades das pesquisas de opinião são incapazes de superar a mais antiga de todas as ferramentas do jornalismo, a arte de ouvir e contar histórias.

Soa simplista e romântico, mas é uma alternativa muito complexa porque implica a mudança de valores e comportamentos entranhados há décadas, tanto entre os que produzem notícias como entre os que as leem, ouvem ou veem.

(*) Transcrito do Observatório da Imprensa

Cássio assiste a Ricardo minar suas bases eleitorais. E ai?..

Postado: 26-02-2013
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cassio e ricardo

Cássio e Ricardo: até quando?

Por Wellington Farias – Não se iludam: de um lado, o governador Ricardo Coutinho (PSB) sabe que precisa ter um plano B para a possibilidade (que ele inteligentemente sabe ser real) de o senador Cássio Cunha Lima PSDB) romper com ele os compromissos políticos. Do outro, Cássio também está vendo a esperteza de Ricardo Coutinho sorrateiramente minando as suas bases de sustentação política com essa história de articular-se diretamente com os prefeitos.

Ricardo é político astuto, inteligente e está deixando a classe política ainda mais de orelha em pé. Qual é a estratégia dele: negociar e articular diretamente com aquele segmento da política que está mais próximo do eleitor, que na hora da eleição é quem mais influencia o eleitorado, não só porque tem o poder como porque mora na mesma cidade, às vezes na mesma rua: os prefeitos.

Os próprios aliados de Ricardo Coutinho andam dizendo que essa debandada de deputados para o Governo não é outra coisa senão aqueles que estão vendo suas bases serem minadas pelo governador, a partir do interior, oferecendo pacotes e obras aos prefeitos. Com isso, Ricardo se fortalece politica e eleitoralmente.

Sendo assim, está mais que claro que Ricardo também mina as bases de Cássio Cunha Lima. Oferece aos prefeitos aliados ao senador obras e investimentos para os seus municípios. Na hora da onça beber água, com quem os prefeitos ficarão: com Ricardo Coutinho que tem a máquina e pode oferecer vantagens para os municípios, ou Cássio Cunha Lima que só tem o carisma e cuja liderança se consolida em cima de perspectiva de empregos para seus apadrinhados nas esferas do poder?

Nos bastidores da política já é evidente a inquietação de cassistas sobre as investiduras do governador Ricardo Coutinho nas bases eleitorais do senador, atacando exatamente pelos prefeitos.

Ou haverá alguém tão ingênuo a ponto de imaginar que, diante de tantas especulações acerca da possibilidade de Cássio Romper, Ricardo iria perder tempo esperando pra pagar pra ver?

É ruim, hein?!

 

Roberto Carlos e Tim Maia no The Sputnik. Foto histórica de 1957

Postado: 26-02-2013
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tim maia e roberto carlos no the sputnick 1957

Tim Maia e Roberto Carlos, 1957

The Sputniks foi um conjunto musical formado no Rio de Janeiro, em 1957, por Tim Maia (á época Tião Maia), acompanhado de Roberto Carlos, Arlênio Lívio, Edson Trindade e Wellington Oliveira. O nome foi influenciado pelos noticiários dos vôos orbitais da sonda Sputnik. Considerado pelos seus criadores um conjunto moderno e, por tanto tinha que ter um nome de acordo com a época e nada melhor do que o nome de um satélite espacial. Certa vez, Roberto Carlos, por não encontrar a letra da canção de “Hound Dog”, de Elvis Presley, conheceu aquele que se tornaria o maior parceiro musical, o maior fã de Elvis Presley daquela turma de amigos, que era Erasmo (Carlos) Esteves.
Após uma aparição televisiva no programa Clube do Rock, da TV Tupi, Roberto Carlos fez um acordo com o produtor Carlos Imperial para aparição solo na semana seguinte. Maia ficou revoltado e passou a xingar o colega nos próximos ensaios, levando Roberto a sair do grupo. Após assistir a apresentação de Roberto, Maia saiu do grupo e foi atrás de Imperial para apresentar-se sozinho com o nome de Tim Maia.[1]
Com a saída de Tim Maia, o grupo The Sputniks passou a se chamar The Snakes, passando a integrá-lo, também, José Roberto “China”. Roberto Carlos parte, então, em carreira solo, enquanto em 1961, Erasmo Carlos grava no vocal do grupo, em 78 rpm, a canção “Para sempre”, de Marcucci, Di Angelis e Paulo Murilo e o fox-rock “Namorando”, de Carlos Imperial, pelo selo Mocambo[2].
Ainda com Os Snakes, Erasmo lançou, no ano seguinte, pela Columbia, o LP “Só twist”, apresentando-se, empresariado por Carlos Imperial, em programas de rádio e TV.

Na foto: Tião Maia (futuro “Tim Maia”), da ponta à esquerda, e o rei Roberto Carlos, da ponta à direita, no grupo “The Sputnik”, 1957.

Transcrito da Wikipédia

Cássio é totalmente elegível para 2014. Garante advogado, com provas

Postado: 26-02-2013
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Cássio abraça Ricardo. Irá sucedê-lo?

Do GiroPB – Para dissipar de uma vez por todas as especulações em torno da inelegibilidade ou elegibilidade do senador Cássio Cunha Lima para as eleições de 2014, o advogado Johnson Abrantes enviou ao portal o acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF) ao recurso interposto pelo próprio Cássio, que reconhece a preclusão da sua pena.

Leiam de cabo a rabo, inclusive com as considerações do nobre jurista lastrense:

acordaocassio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

acordo cassio2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrito do GiroPB

Políticos descobrem, de repente, que Ricardo é o maior governador da história…

Postado: 26-02-2013
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compra de votos

Pense numa criatura fora de moda na Paraíba!

Por Wellington Farias – Um fato político bastante curioso chama a atenção da Paraíba toda: de repente, não mais que de repente, prefeitos e deputados (de todos os partidos e tendências) “descbriram” que Ricardo Coutinho é o governador de que a Paraíba mais precisa para mergulhar no Paraíso da prosperidade, como Alice caiu no poço que a levou ao País das Maravilhas.

Até deputados e prefeitos de oposição se deram conta de que este é o maior e mais dinâmico governo de toda a história da Paraiba. O curioso está em que foi tudo ao mesmo tempo. De repente, até aqueles que faziam críticas ao Governo Ricardo Coutinho, como que tocados por um lanpejo de “serenidade e bom senso”, se tocaram e perceberam que Ricardo “é o Cara”.

E convenhamos: além de tudo, é fácil constatar que Ricardo Coutinho está conquistando esse meio-mundo de gente só com as ações do seu fantástico governo. Acabou aquele tempo em que as adesões eram conseguidas a troco de favores, de dinheiro, de cargos públicos. Os chamados homens da mala hoje estão fora de moda. No Governo Ricardo Coutinho não tem isso.

Ricardo, definitivamente, instalou na Paraíba uma nova cultura política. Incrível como Ricardo Vieira Coutinho conseguiu uma proeza jamais alcançada por qualquer outro: em tão pouco tempo, convenceu os deputados e prefeitos que lhe aderem a fazê-lo a troco de nada; em nome do desenvolvimento do estado. E fez ver a todo esse pessoal que nada mais deplorável do que aprática do toma-lá-dá-cá.

De fato, a Paraíba vive um novo momento, em que meio-mundo de políticos corre para os braços do Governo, boquiaberto com a transformação radical que o governador introduziu no Estado.

Para completar a perfeição da Paraíba dos 40 anos em 4, porém, faltam apenas algumas coisas, de pouca relevância, serem consertadas: carteiras nas escolas públicas, porque está havendo revezamento de alunos nos assentos escolares; medicamentos de uso contínuo na Saúde, porque a fila da morte ainda é grande;  diminuir o índice de criminalidade, porque os presuntos se acumulam nas valas.

Afora estas e outras bobagenzinhas, a Paraíba vivou um paraiso.

 

 

 

Anúncios de Romero desmentem quebradeira na Prefeitura de CG

Postado: 25-02-2013
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Veneziano Vital

Veneziano Vital

Por Wellington Farias – Depois de pouco mais de um mês de getão, o prefeito Romero Rodrigues (PSDB), de Campina Grande, já anunciou aumento de vencimentos para servidores e pagamento de 14º salário para os da Educação. Sem dúvida, nenhuma, um grande feito. Sempre será uma boa iniciativa de qualquer gestor investir em Educação. Romero começa acertando.

A iniciativa de Romero, por outro lado, demonstra que é farinha no ventilador essa onda de que Veneziano Vital do Rego (PMDB) teria deixado a Prefeitura de Campina Grande quebrada. Já se desconviava disso, mas agora está provado: ora, se Romero pegou a Prefeitura totalmente quebrada, devendo a Deus e ao mundo, como a situação atual propaga, onde foram buscar dinheiro para pagar o aumento e o 14º anunciados?

Imadiatamente após toda aquela badalação de que Veneziano Vital havia quebrado a prefeitura, ele mesmo veio a publico para mostrar documentos que comprovavam saldo na conta do município para saldar, imediatamente, pagamentos pendentes e a serem vencidos nos proximos dias.

Agora, o simples anúncio de aumento para funcionários, feitos por Romero, apenas vêm comprovar que não havia prefeitura quebrada. Do contrário, em tão pouco tempo não haveria tanta folga financeira.

Veneziano e Agra dão o primeiro lance das oposições para 2014

Postado: 20-02-2013
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veneziano na primeira reunião com agra, em 20.02.2013

Veneziano e Agra: planos pra 2014

Por Wellington Farias – As oposições acabam de dar o primeiro lance  na partida preliminar com vistas as eleições de 2014, na Paraíba. Começou partindo para o ataque e usando peças de peso do tabuleiro do xadrez: Veneziano Vital do Rego (PMDB), ex-prefeito de Campina Grande, e o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (sem partido).

Não foi um lance de peão. Foi mais ousado e causou impacto. De repente pipocou nos veículos de comunicação, nos portais, nas mídias sociais, a reunião desta quarta-feira (20) de manhã entre Veneziano (O cabeludo) e Luciano Agra, no escritório político deste. Na pauta, claro, só política, sobretudo eleições para governador, senador, vice etc.

Só pra começar, esta reuniãozinha preliminar serviu pra mostrar que,ao contrário da impressão que o esquema oficial tenta causar,  nem Veneziano está tão desgastado, nem Luciano Agra está fadado ao ostracismo político. Muito pelo contrário, o encontro dos dois causou um grande impacto nos meios políticos, provocou preocupações nas hostes palacianas e ciscadas no ninho tucano.

A propósito de tucano, Luciano Agra vai se encontrar com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), na próxima segunda-feira. Ai é que o Palácio da Redenção vai tremer. Afinal, atualmente Cássio é a base de sustentação do governo Ricardo Coutinho. RC é totalmente refém do senador tucano, tanto que a cota dele (Cássio) na participação do governo é a maior de todas, quase única.

Quando a uma aliança entre Luciano Agra e Cássio, até onde a política tem lógica, fica a questão:  Cássio se unir a Agra passa, necessariamente, por um rompimento com Ricardo Coutinho. Afinal, não é razoável imaginar um cenário em que Agra se junte ao tucano estando este apoiando o governador Ricardo Coutinho. Apesar de a política ser a arte do possível, pelo menos por enquanto esta é possibilidade descartada.

Por enquanto é cedo demais para se fazer qualquer projeção a partir da reunião de hoje. Muita água vai rolar sob a ponte, além do fato de que os dois sairam do encontro sem fazer maiores revelações sobre o que conversaram.

Mas que as oposições começaram assustando o Palácio da Redenção, disso ninguém duvida.

PS: pelo visto, o cancão vai piar daqui por diante…

Bibi Ferreira revela que foi coagida por Paulo Pontes com arma de fogo

Postado: 18-02-2013
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bibiferreira

Bibi Ferreira, coagida por Paulo Pontes

Por Wellington Farias – Em entrevista concedida  á jornalista Marília Gabriela, no canal GNT, a atriz Bibi Ferreira revelou: certa vez foi coagida, com arma de fogo, a voltar para o ex-marido, o paraibano Paulo Pontes.

Paulo era dramaturgo e é co-autor, com Chico Buarque de Holanda, de Gota D’água, clássico da dramaturgia brasileira. Foi também o terceiro marido da atriz.

A entrevista foi ao ar na tarde desta segunda-feira (18). Aos 90 anos de idade, completamente lúcida e em plena atividade profissional, Bibi Ferreira, disse no programa “Marília Gabriela Entrevista”, que sofreu muito no relacionamento que teve com Paulo Pontes.

Durante a entrevista, a atriz (filha de Procópio Ferreira) comentou o relacionamento conjugal que teve com o dramaturgo praibano quando contou que, em dado momento da relação, da Paulo a abandonou e desapareceu por cerca de um ano. Na volta, propôs retomar a relação conjugal com ela ao tempo em que punha o revólver em cima do piano…

No relato do fato, Bibi Ferreira lamentou que a irmã dela não estivesse ali para confirmar o fato. E acrescentou que chegou a rechaçar a idéia de retornar para Paulo Pontes dizendo que não acreditava em volta (conjugal), quando ele sacou a arma e pôs em cima do piano…  ”Paraíba, não é”.