Amado Batista diz que a Ditadura o torturou para corrigi-lo. Pode?!

Postado: 28-05-2013
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O cantor Amado Batista. Será que foi mesmo torturado?...

O cantor Amado Batista. Será que foi mesmo torturado?…

Embora ateste que tenha sido torturado pelo regime militar que comandou o Brasil durante 21 anos, o cantor Amado Batista (pasmem!), diz que não se sente vítima do Estado. Em entrevista à jornalista Marília Gabriela, Amado afirmou que ao lhe torturar, a ditadura agiu como uma boa mãe que castiga o filho para que ele se corrija.  Leiam a matéria a respeito, transcrita do Yahoo Notícias:

 

Apesar de ter sido torturado durante o ditadura militar no Brasil (1964-1985), Amado Batista, 62, afirmou não se sentir vítima do Estado. Durante entrevista no programa “De Frente com Gabi” desta segunda-feira (27), o cantor comparou seus torturadores a “uma mãe que corrige um filho”.

“Não. Eu acho que mereci. Fiz coisas erradas, eles me corrigiram, assim como uma mãe que corrige um filho. Acho que eu estava errado por estar contra o governo e ter acobertado pessoas que queriam tomar o país à força. Fui torturado, mas mereci”, afirmou ele.

Batista contou à Marília Gabriela que, quando tinha entre 18 e 19 anos, antes de se tornar músico profissional, trabalhava em uma livraria. Isso fez com que ele facilitasse o acesso de intelectuais a livros considerados subversivos na época.

O músico ainda afirmou que aceitou enviar somas de dinheiro a um professor universitário do Maranhão, que, mais tarde, descobriu estar envolvido em ações clandestinas de grupos esquerdistas.

De acordo com Amado Batista, quando os militares investigaram seus clientes na livraria, acabaram chegando até ele. Então, Batista ficou preso por dois meses: “me bateram muito. Me deram choques elétricos”.

Depois que o soltaram, todo machucado, ele disse ter passado por um perrengue: “fiquei tão atordoado. Queria largar tudo e virar andarilho”.

Mas toda essa tortura não fez com que o músico ficasse traumatizado. Pelo contrário, ele acredita que a repressão foi um instrumento necessário naquele contexto, para evitar que “o Brasil virasse uma (espécie de) Cuba”.

Amado Batista recebe uma indenização do governo depois de ter sido procurado pela Comissão da Verdade, que investiga violações de direitos humanos praticados durante o regime militar. ”Recebo um salário de cerca de R$ 1.000, há algum tempo, mas acho desnecessário.”

Roberto Carlos e Tim Maia no The Sputnik. Foto histórica de 1957

Postado: 26-02-2013
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tim maia e roberto carlos no the sputnick 1957

Tim Maia e Roberto Carlos, 1957

The Sputniks foi um conjunto musical formado no Rio de Janeiro, em 1957, por Tim Maia (á época Tião Maia), acompanhado de Roberto Carlos, Arlênio Lívio, Edson Trindade e Wellington Oliveira. O nome foi influenciado pelos noticiários dos vôos orbitais da sonda Sputnik. Considerado pelos seus criadores um conjunto moderno e, por tanto tinha que ter um nome de acordo com a época e nada melhor do que o nome de um satélite espacial. Certa vez, Roberto Carlos, por não encontrar a letra da canção de “Hound Dog”, de Elvis Presley, conheceu aquele que se tornaria o maior parceiro musical, o maior fã de Elvis Presley daquela turma de amigos, que era Erasmo (Carlos) Esteves.
Após uma aparição televisiva no programa Clube do Rock, da TV Tupi, Roberto Carlos fez um acordo com o produtor Carlos Imperial para aparição solo na semana seguinte. Maia ficou revoltado e passou a xingar o colega nos próximos ensaios, levando Roberto a sair do grupo. Após assistir a apresentação de Roberto, Maia saiu do grupo e foi atrás de Imperial para apresentar-se sozinho com o nome de Tim Maia.[1]
Com a saída de Tim Maia, o grupo The Sputniks passou a se chamar The Snakes, passando a integrá-lo, também, José Roberto “China”. Roberto Carlos parte, então, em carreira solo, enquanto em 1961, Erasmo Carlos grava no vocal do grupo, em 78 rpm, a canção “Para sempre”, de Marcucci, Di Angelis e Paulo Murilo e o fox-rock “Namorando”, de Carlos Imperial, pelo selo Mocambo[2].
Ainda com Os Snakes, Erasmo lançou, no ano seguinte, pela Columbia, o LP “Só twist”, apresentando-se, empresariado por Carlos Imperial, em programas de rádio e TV.

Na foto: Tião Maia (futuro “Tim Maia”), da ponta à esquerda, e o rei Roberto Carlos, da ponta à direita, no grupo “The Sputnik”, 1957.

Transcrito da Wikipédia

Abelardo Jurema e família, no Rio de Janeiro

Postado: 14-02-2013
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Família do ex-ministro Abelardo Jurema, no Rio de Janeiro

Família do ex-ministro Abelardo Jurema, no Rio de Janeiro

Nos tempos da Cesário Alvim 27, no Rio e Janeiro, foto do álbum de família  Da esquerda para a direita (sentados), minha irmã, Nara Jurema; os meus tios Fernando e Lourdinha Milanez; minha mãe, d. Vaninha, João Carlos Pessoa de Oliveira (neto do presidente João Pessoa), minha irmã Rosalinda e meu pai Abelardo.Em pé, no mesmo sentido, Humberto Leal Ferreira, minha irmã Vanita , eu (com o polegar para cima) , meu primo Fernando Milanez, o vereador) e minha irmã Amália.

Copiado do Facebook do jornalista Abelardo Jurema Filho, que identificou as pessoas.

Chico Buarque e Nara Leão. Na secção Do Arco da Velha

Postado: 07-01-2013
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Estes famosos encontros de jovens compositores, em apartamentos, renderam preciosidades ao acervo da boa música popular brasileira. Veja também o vídeo abaixo

Nara Leão com Chico Buarque, no apartamento dele. Grandes parcerias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto histórica: aniversário de João Agripino Filho

Postado: 28-10-2012
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Aniversário de João Agripino

Aniversario do Governdor Joao Agripino em festa na sua residencia. Durvaldo Varandas Filho, Varandas Filho ao violão cantando com o Brigadeiro Firmino Ayres de Araujo (a época Secretário de Segurança Publica, vendo o casal João Agripino Neto e Doris, Roberhoe e Nalige Sá, Lurdinha Maia, Luiz Carlos e Terezinha Florentino, e o foclórico Mocidade. Do album O ontem que passou depressa!!!!

O histórico jogo com Pelé em João Pessoa, com foto

Postado: 30-09-2012
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Pelé no antigo Olímpico

Pelé jogando em João Pessoa. A foto (dos arquivos pessoais do jornalista Marconio Edson, o Chapéu de ouro) retrata o interválo de um jogo entre Botafogo (PB) e Santos (SP), em que o Rei do Futebol fez o gol de número 999, no dia 14 de novembro de 1969. A disputa aconteceu no então Estádio José Américo de Almeida (Olímpico), onde hoje é o Dede. Não confundir com o atual Almeidão, que recebeu o mesmo nome.

Segundo levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo, na verdade o milésimo gol de Pelé foi o que ele fez em João Pessoa, exatamente neste jogo em que o Santos venceu o Botafogo por 1 a 0. De acordo com o jornal paulista, não se sabe por quais motivos a contagem oficial dos gols de Pelé não teria incluido um tento que ele fez no campeonato oficial, pela Seleção do Exército.

Na foto estão assim poscionados: Da esquerda para direita: Arlindo Cesar-Fanta (in memorian); Ferreira, reside em João Pessoa onde é funcionário da EMLUR; Ten. Genival Batista (in memorian); Américo (juiz ) e Marcônio Edson, que fez a cobertura coo repórter de pista.

Saiba tudo e onde já aconteceu Impeachment

Postado: 29-09-2012
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Impeachment de collor

Leia e veja quase tudo sobre impeachment. O que significa, onde já aconteceu, incluindo o caso do ex-presidente Collor, no Brasil, que completou 20 anos.
http://g1.globo.com/politica/impeachment-collor-20anos/platb/

História em quadrinhos do Impeachment
http://g1.globo.com/politica/impeachment-collor-20anos/platb/hq

Significado
Impeachment ou impugnação de mandato é um termo do inglês que denomina o processo de cassação de mandato do chefe do poder executivo pelo congresso nacional, pelas assembleias estaduais ou pelas câmaras municipais. A denúncia válida pode ser por crime comum, crime de responsabilidade, abuso de poder, desrespeito às normas constitucionais ou violação de direitos pétreos previstos na constituição. Em vários países da Europa, usa-se o termo moção de censura, pois a origem da moção é de iniciativa do parlamento, acrescido do termo político “perda de confiança”, quando então o parlamento nacional não confia mais no presidente e respectivo primeiro-ministro, obrigando-o a renunciar junto com todo o seu gabinete.

A punição varia de país para país. No Brasil, o artigo 85 da Constituição Federal define quais são os crimes de responsabilidade aplicáveis ao Presidente da República[1], e o procedimento de impeachment é regulado pela lei 1 079/50, que, em seu artigo 2º, estabelece atualmente o período máximo de cassação em cinco anos.

Exemplos
Existem muito exemplos, mas certamente os mais lembrados são os casos de impugnação do mandato de Richard Nixon nos Estados Unidos em 1974 pelo envolvimento no escândalo de Watergate, o de Andrew Johnson – 17º Presidente americano e, no Brasil, o de Fernando Collor de Mello em 1992, por envolvimento em esquemas de corrupção em parceria com seu sócio e tesoureiro de campanha eleitoral, Paulo César Farias, denunciado pelo seu irmão Pedro Collor de Mello na revista Veja no mesmo ano. Em ambos os acontecimentos, os dois chefes de Estado, para não perderem seus direitos políticos, renunciaram a seus cargos. Porém, mesmo renunciando, Collor teve seus direitos políticos suspensos por oito anos. Em 1999, também ocorreu um outro processo de impugnação de mandato nos Estados Unidos. O então presidente Bill Clinton se envolveu num escândalo sexual com sua estagiária Monica Lewinsky. Porém a razão de impugnação de mandato não foi o escândalo, mas sim um falso testemunho de Clinton, confirmado por Monica. Apesar das acusações, o processo de impugnação foi arquivado pelo Congresso norte-americano. Em 2011, o prefeito de Campinas, no estado de São Paulo, no Brasil, Hélio de Oliveira Santos, sofreu impeachment pela Câmara de Vereadores em virtude de três crimes cometidos contra a administração pública. Na situação, recebeu 32 votos a favor de seu afastamento e apenas 1 voto contrário.

Há também casos de impedimento sem o devido processo legal, como no golpe, ou revolução, ou em qualquer outra ruptura da democracia.

Diferenças em relação ao Recall
O impeachment é parecido com o recall político, mas com ele não se confunde. Apesar de ambos servirem para pôr fim ao mandato de um representante político, os dois institutos diferem quanto à motivação e à iniciativa (titularidade) do ato de cassação do mandato.

Para que se desencadeie o processo de impeachment, é necessário motivação, ou seja, é preciso que se suspeite da prática de um crime ou de uma conduta inadequada para o cargo. Já no recall, tal exigência não existe: o procedimento de revogação do mandato pode ocorrer sem nenhuma motivação específica. Ou seja, o recall é um instrumento puramente político.

Outra diferença é que, no impeachment, o procedimento é geralmente desencadeado e decidido por um órgão legislativo, enquanto que, no recall, é o povo que toma diretamente a decisão de cassar ou não o mandato

(*) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

No Brasil

Impeachment de Collor, o “Caçador de Marajás”
Processo foi aprovado em 28 de agosto de 1992,
pela Câmara dos Deputados

Em 1989, depois de 29 anos da eleição direta que levou Jânio Quadros à Presidência da República, o alagoano Fernando Collor de Mello (lançado pelo pequeno PRN) foi eleito por pequena margem de votos (42,75% a 37,86%) sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em campanha que opôs dois modelos de atuação estatal: um pautado na redução do papel do Estado (Collor) e outro de forte presença do Estado na economia (Lula).

     A campanha foi marcada pelo tom emocional adotado pelos candidatos e pelas críticas ao governo de José Sarney. Collor se autodenominou “caçador de marajás”, que combateria a inflação e a corrupção, e “defensor dos descamisados”. Lula, por sua vez, apresentava-se à população como entendedor dos problemas dos trabalhadores, notadamente por sua história no movimento sindical.

     Nos primeiros 15 dias de mandato, Collor lançou um pacote econômico, que levou seu nome, e bloqueou o dinheiro depositado nos bancos (poupança e contas correntes) de pessoas físicas e jurídicas (confisco). Entre as primeiras medidas para a economia havia uma reforma administrativa que extinguiu órgãos e empresas estatais e promoveu as primeiras privatizações, abertura do mercado brasileiro às importações, congelamento de preços e pré-fixação dos salários.

     Embora inicialmente tenha reduzido a inflação, o plano trouxe a maior recessão da história brasileira, resultando no aumento do desemprego e nas quebras de empresas. Aliado ao plano, o presidente imprimia uma série de atitudes características de sua personalidade, que ficou conhecida como o “jeito Collor de governar”.

     Era comum assistir a exibições de Collor fazendo cooper, praticando esportes, dirigindo jato supersônico, subindo a rampa do Palácio do Planalto, comportamentos que exaltavam suposta jovialidade, arrojo, combatividade e modernidade. Todos expressos em sua notória frase “Tenho aquilo roxo”.
 

     Por trás do jeito Collor, montava-se um esquema de corrupção e tráfico de influência que veio à tona em seu terceiro ano de mandato.

     Em reportagem publicada pela revista Veja, edição de 13 de maio de 1992, Pedro Collor acusava o tesoureiro da campanha presidencial de seu irmão, o empresário Paulo César Farias, de articular um esquema de corrupção de tráfico de influência, loteamento de cargos públicos e cobrança de propina dentro do governo.

População foi às ruas pedir o impeachment
do primeiro presidente eleito em 29 anos 

O chamado esquema PC teria como beneficiários integrantes do alto escalão do governo e o próprio presidente. No mês seguinte, o Congresso Nacional instalou uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso. Durante o processo investigatório, personagens como Ana Accioly, secretária de Collor, e Francisco Eriberto, seu ex-motorista, prestaram depoimento à CPI confirmando as acusações e dando detalhes do esquema.

Um dos expedientes utilizados por PC era abrir contas “fantasmas” para realizar operações de transferência de dinheiro _arrecadado com o pagamento de propina e desviado dos cofres públicos_ para as contas de Ana Accioly. Além disso, gastos da residência oficial de Collor, a Casa da Dinda, eram pagos com dinheiro de empresas de PC Farias.

Aprovado por 16 votos a 5, o relatório final da CPI constatou também que as contas de Collor e PC não foram incluídas no confisco de 1990. Foi pedido o impeachment do presidente.

Em agosto, durante os trabalhos da CPI, a população brasileira começou a sair às ruas para pedir o impeachment. Com cada vez mais adeptos, os protestos tiveram como protagonista a juventude, que pintava no rosto “Fora Collor”, com um ele verde e o outro amarelo, e “Impeachment Já” – foi o movimento dos “caras-pintadas”.

Em votação aberta, após tentativa de manobra do presidente para uma sessão secreta, os deputados votaram pela abertura de processo de impeachment de Collor. Foram 441 votos a favor (eram necessários 336), 38 contra, 23 ausências e uma abstenção.

Collor renunciou ao cargo, mas com o processo já aberto, teve seus direitos políticos cassados por oito anos, até 2000.

Reportagens da Revista Veja – Caso Collor

O dossiê do irmão do presidente
Pedro Collor só chama o empresário PC Farias de “Lepra Ambulante”. Ao se referir a Pedro, PC também não é amistoso. “Aquele moleque tem uma inteligência desse tamaninho e toma doses de vodca desse tamanhão”, diz. O que faz o conflito atravessar as fronteiras de Alagoas é um dossiê que Pedro tem em suas mãos sobre o Lepra Ambulante. “Se esse material se tornasse público, o impeachment poderia ocorrer em 72 horas”, disse o irmão mais novo de Collor.
(19 de fevereiro de 1992)

50 milhões lá fora
VEJA teve acesso à seção “negócios internacionais” do Dossiê Pedro Collor. Os documentos mostram que PC Farias tem participação em pelo menos nove empresas no exterior. Segundo especialistas, tal articulação de empresas é feita quando se precisa movimentar um capital da ordem de 50 milhões de dólares.
(13 de maio de 1992)

Os jardins da Dinda
Os jardins babilônicos de Fernando Affonso Collor de Mello são a sétima maravilha da corrupção do governo. Para dar um toque final na megalomania vegetal, há cinco grandes cachoeiras de águas cristalinas. O sibarita só aciona o mecanismo eletrônico que faz as cascatas ciciarem quando estão presentes os sicofantas e sacripantas de sua intimidade.
(9 de setembro de 1992)

Presidente é afastado
O presidente Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo que ocupava desde 15 de março de 1990. O voto de 441 deputados a favor do seu julgamento no Senado, dado em alto e bom som na memorável sessão de terça-feira passada, apeou a cáfila de salteadores que ocupou a Presidência.
(30 de setembro de 1992)

Pedro Collor tem câncer
Pedro Collor de Mello tem quatro tumores malignos no cérebro. A área afetada é tão grande que torna impossível um tratamento cirúrgico.
(30 de novembro de 1994)

Fonte: Folha de São Paulo e Veja  On-Line

 

A primeira vez em que pessoas aparecem numa fotografia

Postado: 03-09-2012
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Primeira fotografia com humanos

A imagem foi tirada pelo famoso aparelho “pai” da fotografia, o daguerreótipo. Louis Daguerre, seu inventor, construiu a foto com uma placa de metal em exposição por dez minutos. O local era a “Boulevard du Temple”, em Paris.
Como se tratava de uma via movimentada da capital da França, é possível que houvesse muitas pessoas no momento em que a foto foi tirada. No entanto, as limitações tecnológicas e o tempo de exposição “apagaram” a maior parte das pessoas. Somente são vistas duas sombras humanas, na parte inferior da imagem.

Documetário sobre Fernando Collor, o então “Caçador de Marajás”

Postado: 16-07-2012
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Documetário sobre Fernando Collor, o então Caçador de Marajás.